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"Dozaluno" é o espaço aqui no blog para compartilhar as contribuições enviadas
por meus alunos.
quarta-feira, 23 de maio de 2012
DOZALUNO - Criminologia, objetivos culturais, modelos de adaptação individual...
Grande contribuição da Jocieli, que inclusive até já sugeriu a pergunta para a prova:
segunda-feira, 21 de maio de 2012
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Os quadrinhos puros do direito - Luis Alberto Warat
Uma ajuda para entender Kelsen a partir da "Mulata Fundamental"!
terça-feira, 15 de maio de 2012
LEITURA DA SEMANA: Identidade - Zygmunt Bauman
Inaugurando um espaço novo aqui no blog e também para me impor a obrigatoriedade de manter uma carga de leitura mais constante, passarei a contar e eventualmente comentar, aquilo que eu estiver lendo no momento.
Na verdade nunca estou lendo um livro só... Se meu único criado não fosse mudo, ele diria: "Ai minhas costas!"
Entre todas as leituras por que pularei de semana em semana, escolherei alguma ou algumas e seus trechos, para sugerir aqui.
No momento, estou adorando um livrinho do Zygmunt Baumann, chamado "Identidade" e todas as suas reflexões sobre ainda termos a possibilidade do sentimento de pertença nos tempos da modernidade líquida.
"Lugares em que o sentimento de pertencimento era tradicionalmente investido (trabalho, família, vizinhança) são indisponíveis ou indignos de confiança, de modo que é improvável que façam calar sede por convívio ou aplaquem o medo da solidão e do abandono. Daí a crescente demanda pelo que poderíamos chamar de 'comunidades guarda roupa' [...] As comunidades guarda roupa são reunidas enquanto dura o espetáculo e prontamente desfeitas quando os espectadores apanham os seus casacos nos cabides. [...] Quando a qualidade o deixa na mão ou não está disponível, você tende a procurar a redenção na quantidade".
Entre minhas manias mais antigas está sempre ler a última frase do livro antes de começar a ler. A última do Identidade é "Tente, o máximo possível, evitar este problema." Não é pra ficar louco para terminar de uma vez?
As provocações me fizeram lembrar de uma música do álbum mais novo do Teatro Mágico: "Eu não sei na verdade quem eu sou".
Na verdade nunca estou lendo um livro só... Se meu único criado não fosse mudo, ele diria: "Ai minhas costas!"
Entre todas as leituras por que pularei de semana em semana, escolherei alguma ou algumas e seus trechos, para sugerir aqui.
No momento, estou adorando um livrinho do Zygmunt Baumann, chamado "Identidade" e todas as suas reflexões sobre ainda termos a possibilidade do sentimento de pertença nos tempos da modernidade líquida.
"Lugares em que o sentimento de pertencimento era tradicionalmente investido (trabalho, família, vizinhança) são indisponíveis ou indignos de confiança, de modo que é improvável que façam calar sede por convívio ou aplaquem o medo da solidão e do abandono. Daí a crescente demanda pelo que poderíamos chamar de 'comunidades guarda roupa' [...] As comunidades guarda roupa são reunidas enquanto dura o espetáculo e prontamente desfeitas quando os espectadores apanham os seus casacos nos cabides. [...] Quando a qualidade o deixa na mão ou não está disponível, você tende a procurar a redenção na quantidade".
Entre minhas manias mais antigas está sempre ler a última frase do livro antes de começar a ler. A última do Identidade é "Tente, o máximo possível, evitar este problema." Não é pra ficar louco para terminar de uma vez?
As provocações me fizeram lembrar de uma música do álbum mais novo do Teatro Mágico: "Eu não sei na verdade quem eu sou".
Eu Não Sei Na Verdade Quem Eu Sou O Teatro Mágico
Eu não sei na verdade quem eu sou
já tentei calcular o meu valor
Mas sempre encontro sorriso e o meu paraíso é onde estou
Por que a gente é desse jeito?
criando conceito pra tudo que restou
Meninas são bruxas e fadas
Palhaço é um homem todo pintado de piadas
Céu azul é o telhado do mundo inteiro
Sonho é uma coisa que fica dentro do meu travesseiro
Mas eu não sei na verdade quem eu sou
Já tentei calcular o meu valor
Mas sempre encontro sorriso
E o meu paraíso é onde estou
Eu não sei... na verdade quem eu sou
Descobrir
Da onde veio a vida
por onde entrei
Deve haver uma saída
mas tudo fica sustentado
Pela fé
Na verdade ninguém
Sabe o que é
Velhinhos são crianças nascidas faz tempo
com água e farinha colo figurinha e foto em documento
Escola! É onde a gente aprende palavrão...
Tambor no meu peito faz o batuque do meu coração
Mas eu não sei na verdade quem eu sou
Já tentei calcular o meu valor
E sempre encontro sorriso... e o meu paraíso é onde estou
Eu não sei na verdade quem eu sou
Perceber que a cada minuto
tem um olho chorando de alegria e outro chorando de luto
tem louco pulando o muro, tem corpo pegando doença
tem gente rezando no escuro, tem gente sentindo ausência
Meninas são bruxas e fadas
Palhaço é um homem todo pintado de piadas
Céu azul é o telhado do mundo inteiro
Sonho é uma coisa que guardo dentro do meu travesseiro
http://www.vagalume.com.br/o-teatro-magico/eu-nao-sei-na-verdade-quem-eu-sou.html#ixzz1uy9NVxtKjá tentei calcular o meu valor
Mas sempre encontro sorriso e o meu paraíso é onde estou
Por que a gente é desse jeito?
criando conceito pra tudo que restou
Meninas são bruxas e fadas
Palhaço é um homem todo pintado de piadas
Céu azul é o telhado do mundo inteiro
Sonho é uma coisa que fica dentro do meu travesseiro
Mas eu não sei na verdade quem eu sou
Já tentei calcular o meu valor
Mas sempre encontro sorriso
E o meu paraíso é onde estou
Eu não sei... na verdade quem eu sou
Descobrir
Da onde veio a vida
por onde entrei
Deve haver uma saída
mas tudo fica sustentado
Pela fé
Na verdade ninguém
Sabe o que é
Velhinhos são crianças nascidas faz tempo
com água e farinha colo figurinha e foto em documento
Escola! É onde a gente aprende palavrão...
Tambor no meu peito faz o batuque do meu coração
Mas eu não sei na verdade quem eu sou
Já tentei calcular o meu valor
E sempre encontro sorriso... e o meu paraíso é onde estou
Eu não sei na verdade quem eu sou
Perceber que a cada minuto
tem um olho chorando de alegria e outro chorando de luto
tem louco pulando o muro, tem corpo pegando doença
tem gente rezando no escuro, tem gente sentindo ausência
Meninas são bruxas e fadas
Palhaço é um homem todo pintado de piadas
Céu azul é o telhado do mundo inteiro
Sonho é uma coisa que guardo dentro do meu travesseiro
domingo, 13 de maio de 2012
CIÊNCIA POLÍTICA - Revolução Francesa em quadrinhos
Olha só que legal, encontrei a Revolução Francesa em quadrinhos.
Ajuda a reforçar várias das informações do filme que usamos em sala de aula.
Aproveitem:
terça-feira, 8 de maio de 2012
CIÊNCIA POLÍTICA - Admirável Mundo Novo
Segue o link para baixar o Admirável Mundo Novo.
http://www.4shared.com/office/I7P_QoMQ/Aldous_Huxley_-_Admirvel_Mundo.html
sábado, 28 de abril de 2012
"Chove lá fora..."
Os dias de chuva não são os meus preferidos.
Mas não posso negar que também eles têm a sua beleza.
O cinza de fora ajuda a pensar nos cinzas de dentro, afinal, a vida não é feita só de colorido e de dias ensolarados.
Quando a vida nos traz mau tempo, deveríamos nos comportar de forma semelhante ao que fazemos nos dias de chuva.
Não sair de casa desnecessariamente. A tempestade é um excelente motivo para passar um tempo sozinho, em silêncio, reorganizando pensamentos.
Se deixar teu cantinho for inevitável, vá com calma. O trânsito, na chuva, fica bem mais difícil, exige atenção e paciência. A vida, nas tormentas, também é assim. É difícil encontrar vaga para estacionar, os vidros embaçam, tudo fica mais lento. Pressa, num momento difícil, vai só piorar as coisas. Se você sair correndo é possível que molhe muitos pedestres pelo caminho. Só quem já foi um pedestre desavisado ao lado de uma poça em um dia de chuva vai entender o que estou dizendo. Cuidado com quem você atinge com a pressa para sair do aguaceiro.
Mantenha as luzes acesas. Não importa se ainda é dia, você vai precisar de mais luzes para se virar em tempos escuros. Lembrar quem você é e quem você quer ser, será o melhor farol. Ouvir bons conselhos funcionará como “olhos de gato” ao longo do caminho.
Caso você realmente se encharque na chuva, isso não é tão grave.
O certo, tanto em relação às chuvas, quanto aos momentos difíceis, é que, da mesma forma que é impossível uma vida inteira sem eles, eles passam.
A chuva pode ser uma grande oportunidade de exibir por aí o teu guarda chuva mais colorido e mostrar que quem decide as cores da tua vida, é você.
E, a seguir, no melhor estilo “qualéamúsica”, se a palavra é chuva, aí vai a melhor música:
Raindrops falling on my head
And just like the guy whose feet are too big for his bed
Nothin' seems to fit
Those raindrops are falling on my head, they keep falling
So I just did me some talkin' to the sun
And I said I didn't like the way he' got things done
Sleepin' on the job
Those raindrops are falling on my head, they keep falling
But there's one thing I know
The blues they send to meet me won't defeat me
It won't be long till happiness steps up to greet me
Raindrops keep falling on my head
But that doesn't mean my eyes will soon be turnin' red
Crying's not for me
Cause I'm never gonna stop the rain by complainin'
Because I'm free
Nothing's worrying me.
It won´t be long till happiness steps up to greet me
Raindrops keep falling on my head
But that doesn't mean my eyes will soon be turnin' red
Crying's not for me
Cause I'm never gonna stop the rain by complainin'
Because I'm free
Nothing's worrying me.
http://www.vagalume.com.br/burt-bacharach/raindrops-keep-falling-on-my-head.html#ixzz1tNDMKQ6v
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